SEXUALIDADE NA DEFICIÊNCIA
Porque o cidadão deficiente é visto socialmente como um ser assexuado, em geral a sua sexualidade é reprimida, e porque o cidadão deficiente tem direito a sua sexualidade, surge a necessidade de discussão do tema e formas de intervenção. A Organização Mundial de Saúde aponta a sexualidade como um aspecto fundamental na qualidade de vida de qualquer ser humano e quando se refere às pessoas com incapacidades, assegura uma postura de igualdade de direitos, determinando que, dado que esses indivíduos possuem necessidades especiais e podem estar em situação de vulnerabilidade biopsicosocial, a sua educação sexual deve ser prioritária. Neste sentido a Associação Académica da Universidade Internacional da Figueira da Foz irá realizar a 21 de Março, pelas 21h no auditório da UIFF, uma palestra inserida num conjunto de debates e palestras sobre sexualidade, para psicólogos, técnicos de saúde, educadores de infância, educadores sociais, animadores sócio-culturais, monitores de actividades, pr...