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Texto de Miguel Sousa Tavares

Esta noite sonhei com o Mário Lino Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê: - É sempre assim, esta auto-estrada? - Assim, como? - Deserta, magnífica, sem trânsito? - É, é sempre assim. - Todos os dias? - Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente. - Mas, se não há trânsito, porque a fizeram? - Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto. - E têm mais auto-estradas destas? - Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisbo...

Reflexoes cruas e duras.....

Recebi um e-mail, e partilho convosco o conteúdo, espero que entenda o porquê: QUE PAÍS VERGONHOSO!A anedota em que se transformou o País após a maioria do PS no poder: -Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto, mas não pode pôr um piercing. -Um cônjuge para se divorciar, basta pedir. -Um empregador para despedir um trabalhador que o agrediu precisa de uma sentença judicial que demora 5 anos a sair. -Na escola um professor é agredido por um aluno. O professor nada pode fazer, porque a sua progressão na carreira está dependente da nota que dá ao seu aluno. -Um jovem de 18 anos recebe €200 do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma €236 depois de toda uma vida do trabalho. -Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco. -O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro. -O Estado que queria gastar 6 mil milhões de euros no novo Aeroporto da Ota recusa-se a baixar impostos porque ...